Reconhecida como manifestação cultural a Música Gospel brasileira movimenta bilhões e é sucesso na hora das vendas.

A palavra “Gospel”, derivada do inglês antigo “God-spell” que significa good tidings, ou good news, em português, “boas novas,” aludindo ao Evangelho Bíblico que nos narra as “boas novas ao mundo” — ou seja, a vinda de Cristo ao Mundo —, pelos livros dos Evangelhos Canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João.

Ainda que o termo, “Música Gospel”, possa abranger um campo da música muito vasto, seus estilos, embora com nomes variados, possuem todos uma mesma essência e raiz — a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez, um dos velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do Gospel, foi o Negro Spirituals (em Português, as canções harmoniosas dos “Espirituais dos Negros”).

O foco desta breve história é a música que fluiu da igreja afro-americana e inspirou uma abundância de corais modernos, artistas do mercado Rhythm & Blues e o atual Gospel contemporâneo, além de outros estilos musicais do gênero.

Os primeiros registros da evolução da música Gospel acontece com Thomas A. Dorsey (1899-1993), compositor de sucessos como “There Will Be Peace in The Valley”, que foi largamente versionada em Português pelos grandes expoentes da música Gospel contemporânea virando o famoso hit “Paz no Vale”, e é considerado por muitos, “O Pai da Música Gospel”.

No início de sua carreira, ele era um importante pianista de Blues, conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933), numa convenção de músicos na Filadélfia, e posteriormente, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não deixou, contudo, o ritmo de Jazz, tão parecido com o de Tindley.

A Igreja, inicialmente, não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em 1994, após o seu falecimento, a revista norte-americana Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, “O Pai da Música Gospel”). Neste artigo, a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava “determinado para carregar a bandeira” a favor do Gospel.

Assim ele fez. Investiu em 500 cópias da canção dele, “If you See My Saviour” (em português, “Se Você Ver o meu Salvador”) e enviou para diversas igrejas do país. Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajuda de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras Sallie Martin (1896-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas, onde, por vários anos tinha sido proibida veementemente! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos EUA, em 1932.

Nessa época, muitos outros novos nomes apareceram. Talvez fossem “prisioneiros de uma velha corrente, mas agora estavam salvos” prontos para alimentar a nova corrente do Gospel, como Mahalia Jackson, Clara Ward e James Cleveland. Mahalia Jackson (1911-1972) foi convidada para cantar no televisionado Ed Sullivan Show, minutos antes do eternizado discurso pró-liberdade negra de Martin Luther King, em que ele disse as palavras certas na hora certa: I have a dream (em Português, “Eu tenho um sonho”). Mahalia acabou sendo a convidada para cantar durante a cerimônia do funeral do Reverendo King. Talvez como num toque de mágica, ela escolheu uma canção de Dorsey: “Take My Hand, Precious Lord” (em Português, “Segure a minha mão, Amado Pai”). Clara Ward (1924-1973) junto ao The Ward Singers, foi uma artista com presença e substância. Sua canção “Surely God is Able” foi comentada como o primeiro disco de platina após a Segunda Guerra Mundial.

Mas esta informação não pode ser confirmada pois a Recording Industry Association of America (RIAA, em português “Associação da Indústria de Gravação da América”), mantém que Edwin Hawkins Singers foi o primeiro vencedor do disco de ouro com um Gospel, em 1968, com o famoso sucesso, “Oh, Happy Day”. Mas, Ward influenciou muitos artistas com seu estilo, incluindo nomes como Little Richard e Aretha Franklin, que mantém que Ward era seu ídolo. James Cleveland (1932-1991): se Dorsey foi aclamado, por muitos da indústria e seus seguidores, como o pai da música Gospel, o cantor Cleveland foi coroado, pelos seus admiradores, “The King of Gospel” (em Português, “O Rei do Gospel”).

Ele recebeu nada menos do que quatro GRAMMYs, incluindo um póstumo pelo seu álbum “Having Church”. Assim como Clara Ward, James Cleveland tinha muita presença com sua audiência. Ele não teve uma reputação de ter uma boa voz, mas conseguia agradar a todos que o ouviam. O seu grande feito foi fundar sua organização, em 1967, a “Gospel Music Workshop of America”, considerada a maior convenção de Gospel do mundo, hoje com mais de 185 escritórios de representações.

O Gospel Moderno, em sua forma original, era geralmente interpretado por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de Gospel nas igrejas. Foi o caso da já citada Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles e Solomon Burke. O Gospel foi também se influenciando, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos Gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas músicas gritadas, com danças e roupas extravagantes.

Deste estilo foram influenciados grupos e cantores de Rock dos anos 1950, desde Bill Haley e seus Cometas, passando por Jerry Lee Lewis, até Elvis Presley na década de 1960. Nas décadas de 80 e 90, no exterior, o destaque é para os corais e solistas, como para Kirk Franklin e Fred Hammond.

No Brasil, nesta mesma época, acontece a popularização do estilo musical. Nomes como Actos 2, Banda Rara, Rebanhão, no rap DJ Alpiste e no rock Oficina G3 e Katsbarnéa, começam a quebrar tabus dentro dos templos evangélicos, provando que a adoração à Deus pode ser feita em vários estilos musicais.

Passado quase duas décadas da popularização do estilo no Brasil, a música Gospel brasileira hoje é um sucesso! Fatura bilhões e chama a atenção de mídias, gravadoras, políticos e investidores dispostos a mergulhar nesse mar de ritmos, cheio de oportunidades e grandes peixes. Pesquisas recentes revelam que esse mercado é um dos mais rentáveis no país. Segundo dados da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), o estilo está presente entre os 20 CDs mais vendidos no Brasil. A Música Gospel que tinha espaço apenas dentro das igrejas no início do século XIX, hoje é executada em todos os cantos do mundo. No Brasil, espalhada em hipermercados, lojas de conveniência e lojas de discos, ela é um sucesso! Acha se tratar de um exagero na hora dos cálculos? Nada disso! A verdade é que atualmente esse mercado não para de crescer e se multiplicar, movimenta R$ 1,5 bilhão por ano e é o único segmento fonográfico que cresce em venda de discos no País.

O termômetro de tudo isso é a popularização do estilo, notado nos últimos anos nas grandes mídias: em 2007, na novela “Duas Caras”, da Rede Globo, a cantora evangélica Aline Barros teve sua música “Recomeçar” incluída na trilha sonora da novela. Em 2009, o sucesso “Faz um milagre em mim”, do cantor Regis Danese, virou tema até dos gols do “Fantástico”. Em 2010, anúncios do Ministério Diante do Trono, Irmão Lázaro, participações de Fernanda Brum, Aline Barros e Ana Paula Valadão no “Domingão do Faustão” e muitas premiações como o prêmio Hutúz onde Dj Alpiste, rapper gospel, foi um dos premiados e até o Grammy Latino, que em anos passados premiou a cantora Soraya Moraes e, recentemente, Marina de Oliveira na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa.

Em 2011 as portas se abrem no SBT com o quadro “Tem um cantor Gospel lá em casa” dentro do Programa Eliana, produzido em parceria com o Salão Internacional Gospel, sendo sucesso de audiência por 2 meses seguidos com apresentações dos maiores nomes da música Gospel aos domingos à tarde como Marina de Oliveira, Cassiane, Irmão Lázaro, Oficina G3, Régis Danese, Diante do Trono, Fernandinho, Aline Barros, Fernanda Brum, Bruna Karla, entre outros, sendo apontado pelos críticos como o grande momento da Música Gospel de 2011. Era o que faltava para que grandes emissoras como a Rede Globo se renderessem de vez à força da música Gospel criando então o Troféu e o Festival Promessas, colocando no show da virada Aline Barros cantando e proporcionando várias entrevistas nos telejornais. Em 2012, o ano começa com Pregador Luo e Diante do Trono no programa global do Luciano Huck. Tudo isso confirma que o mercado do Senhor tem a força.

É fato que o destaque para a Música Gospel não está apenas nos números, que por sinal não faltam para quem conhece a fundo esse oceano Gospel e pretende navegar nele. Esse mercado tem se afirmado pela estética, mas também pelo poder econômico. A mesma ABPD, em entrevista à revista Isto É Dinheiro, chegou a dizer que “as gravadoras evangélicas não reportam o número de discos vendidos, mas que, na preferência do consumidor os cantores Gospel aparecem como os primeiros para 10% dos compradores”. Essa opção do consumidor também é percebida no ramo de eventos, o que é o caso do grupo Chevrolet Hall, que passou a investir em eventos cristãos (Shows, Conferências e Congressos de Adoração). A revista Veja chegou a classificar o segmento como “um mercado que não conhece crise” por ser pouco afetado pela pirataria moderna e pelo compartilhamento de mp3 na internet. O que era antes um mercado pequeno, fechado em si, com produções de baixa qualidade, passou a ser um mercado forte com um poder econômico avassalador.

Outro fenômeno bastante interessante ligado ao mercado fonográfico da música Gospel é o fã-clube e as comunidades. Apesar de ser um tema controverso para cristãos, que envolve à s vezes fanatismo, tem sido bem aceito no meio. Não limita à criação do que o público tem chamado de “Clube de Admiradores” e “Rede de Amigos”. Mas traz uma carga maior de interatividade, ao apontar para uma atividade ministerial: envolvendo intercessão, evangelização e trabalho social em conjunto com ministérios e igrejas. Sem contar as redes sociais que são muito usadas pelo segmento.

Na esfera política, primeiro no Estado do Rio de Janeiro, a Música Gospel foi reconhecida como manifestação cultural e está inclusa na Lei 5.826, de 20 de Setembro de 2010, de autoria do Deputado Edson Albertassi, sancionada pelo Governador Sérgio Cabral. A lei criou facilidades na obtenção de patrocínios de empresas privadas para os eventos, ampliando ações e estimulando o crescimento do segmento. Agora, no mês de Janeiro de 2012, houve o reconhecimento nacional da Música Gospel como manifestação cultural.

A lei 12.590 foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff, alterando a Lei Rouanet para estender os benefícios da renúncia fiscal também à música Gospel. O texto abrange no escopo da Lei Rouanet (legislação que define o leque de atividades culturais passíveis de financiamento público), o artigo 31-A, que estabelece o seguinte: “Para os efeitos desta Lei, ficam reconhecidos como manifestação cultural a música gospel e os eventos a ela relacionados, exceto aqueles promovidos por igrejas.” Assina conjuntamente com a presidente o ministro da cultura interino, Vitor Paulo Ortiz Bittencourt. Para o Grupo MR1, o momento é importante, a música Gospel está vivendo dias jamais vividos antes. O maior país católico da América Latina está cada vez mais evangélico.

Tal realidade vem atraindo diversos empresários dispostos a investir no setor. Gravadoras antigas e reconhecidas mundialmente são exemplos desses investidores, que vêm se fixando no mercado e, com sua chegada, trazendo um grande acréscimo em qualidade de gravação, produção e distribuição ao mercado Gospel, além das grandes emissoras que têm investido pesado no segmento. Isso prova o reconhecimento do celeiro de talentos e oportunidades que existem nesse setor. Outra questão, que não deve ser esquecida, é que com a popularização da Música Gospel, começa a se formar um novo tipo de público consumidor: aquele que compra porque aprecia o estilo, sem maiores comprometimentos religiosos.

Um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), revelou que a venda de música digital cresceu 12% no mundo em 2009, representando 27% da receita do setor. Em 2008, esse patamar era de 21%. No site Sonora, um dos principais portais de download legalizado da América Latina, que pertence ao grupo Terra, cantores evangélicos se mantêm na lista dos favoritos do site, destacando-se por várias semanas consecutivas.

Só no Brasil, segundo uma matéria publicada recentemente no site do Uol, o mercado evangélico, num todo, cresce 8% ao ano, sendo mais de 55 milhões de evangélicos e anualmente são abertos 14 mil templos, sendo que a expectativa é que, até o final de 2012, este número atinja a casa das 60 milhões de pessoas espalhadas em mais de 240.000 templos, incrementando ainda mais os negócios Gospel. Luís André Brunet, pesquisador da SEPAL, prevê que em 2020 os evangélicos chegarão à marca de 109,3 milhões (52%) num total de 209,3 milhões de brasileiros, isto obviamente se a taxa de crescimento se mantiver nos patamares anteriores, sendo metade da população brasileira formada por evangélicos o que consequentemente também reflete no segmento da Música Gospel. Estamos diante de uma revolução musical!

De um outro lado, os cantores do universo Gospel estão se profissionalizando mais e aprendendo a usar as mídias a seu favor, para divulgação dos seus trabalhos, explorando muito bem, por exemplo, a internet, com sites e espaços em redes sociais. O crescimento dos programas de tevê, jornais, revistas, portais, blogs e sites especializados, além de um grande número de rádios apenas tocando o segmento, somam a essa expansão do mercado de Música Gospel. Outro aspecto é a demanda pela procura de profissionais capacitados em assessoria de imprensa e de marketing substituindo de vez o antigo divulgador amador por profissionais gabaritados para trabalho de imagem com escritórios especializados. Essas iniciativas tornam o artista conhecido em outros segmentos. Tudo isso reverte em vendas.

Além disso, a diversidade cultural do nosso país propicia o crescimento de muitos estilos, como Rap, Funk, Samba, Pagode, Sertanejo, Repentistas, entre outros. O mais consumido continua sendo o estilo “Adoração”, mais ligado à pregação ou ao próprio culto. Também é muito forte o estilo “Pentecostal”, mais carregado de palavras proféticas. O “Pop Gospel” aparece em terceiro lugar e agrada muito ao público mais jovem.

Junto com esse mercado em expansão, chamado “Gospel”, onde o céu parece ser o limite, outros crescimentos também são notados, como, por exemplo, o crescimento do mercado de instrumentos musicais. O Brasil importou, em 2009, cerca de US$ 170 milhões em instrumentos musicais e exportou US$ 10 milhões, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Grande parte desse crescimento é consequência da demanda gerada pela expansão do mercado musical Gospel nas últimas duas décadas.

Em entrevista para uma revista do segmento musical, o especialista e professor de produção de som e coordenador de audiovisual da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Luiz Cláudio, relatou que “antes dos anos 90, o mercado de instrumentos e equipamentos musicais brasileiro era muito fraco. Na mesma época que a indústria automobilística se aqueceu no Brasil, no fim do século XX, também observamos a entrada de produtos musicais” – comenta Luiz Claudio. Ele lembra que o crescimento da competitividade interna influenciou o nascimento de fortes marcas brasileiras, que hoje são reconhecidas mundialmente.

Além disso, o professor acredita que está havendo um maior interesse dos jovens por música. Segundo recente pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Música – entidade que reúne os principais fabricantes, importadores e distribuidores do segmento – em cada dez consumidores de instrumentos musicais e acessórios, quatro são evangélicos. A entidade estima que 40% da indústria musical seja absorvida pelos evangélicos, transformando o meio cristão no principal representante e comprador destes produtos.

De olho neste filão de mercado e atentos ao potencial consumidor dos evangélicos, empresas buscam se aproximar deste público e movimentar ainda mais um mercado que vai de vento em popa. Diversas empresas do setor de instrumentos musicais, áudio, iluminação e acessórios afirmam que o poder de compra dos evangélicos vem aumentando de forma representativa a cada ano.

Diante desse universo de possibilidades e como todo segmento tem uma feira que o representa, chega no coração financeiro e cultural do país, em São Paulo, o SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL, realizado pelo Grupo MR1 em sociedade com a multinacional Grupo Cipa Fiera Milano que estão no ramo de feiras e negócios há mais de 30 anos, que vai acontecer dos dias 12 a 14 de Abril de 2012, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Serão corredores de pura adrenalina para quem visitar a feira.

O evento terá duração de três dias, todos eles abertos ao público. Segundo o Grupo MR1, o nome escolhido é diferente em relação aos eventos que já existem, único dirigido ao segmento musical Gospel e moderno já que o crescimento da Música Gospel no Brasil é uma realidade dos dias atuais; direto, pois insinua que o participante terá grandes chances de sair do evento com um alto índice de venda e de institucionalização, gerando negócios e relacionamento direto com o público e com as mídias; e segmentado, já que despertará interesse quase que exclusivo dos interessados em Música Gospel.

As novidades confirmadas são: Já na Cerimônia de Abertura, no dia 12 de abril de 2012, as 10:00 horas onde será cortada a faixa de ingresso ao pavilhão, a homenagem ao apresentador da Rede Globo, Cid Moreira, por ser o primeiro a gravar a Bíblia na íntegra no Brasil, os Salmos e agora os Provérbios pela MR1 Music, no formato de DVD com imagens. São de Marcelo Rebello as palavras: “Melhoramos muitos detalhes pensando nos expositores, nos visitantes, na imprensa, nos músicos e nos líderes. Grandes sócios chegaram para somar esforços, experiências, ideias e prestígio na concepção desse novo formato de feira: o que era bom, ficou ainda melhor, mais confortável e dinâmico.

Além da área de exposição dos estandes, agora temos também mais 6 auditórios, com palcos e iluminação profissional, onde vão se apresentar simultaneamente grandes nomes da música Gospel como Voz da Verdade, Pastor Adhemar de Campos, DJ Alpiste, Brothers, Nengo Vieira, Reobote Zion, Franz Júnior (EUA), Lito Atalaia, Actos 2, Kadoshi, André Paganelli, Fex Bandollero, Efikaz, Mc Ivolution (EUA), Expressão Ágape, Tiago Mattos, entre muitos outros.

Serão mais de 200 shows, teremos o Espaço Hip-Hop, que vai homenagear a cultura Hip-Hop, por lá vão passar vários “poetas de rua” do Gospel e do laico, além do público; Espaço Samba Gospel & Alternativos para quem gosta de swing, tem ritmo no pé e amor no coração; a Exposição Cultural Gospel Memórias – Dias Que Não Voltam Mais, que pretende levar o público à uma emocionante viagem ao tempo, grandes eventos, igrejas e estádios lotados, mídias que noticiaram o crescimento do estilo, músicas que marcaram gerações, conversões, nomes que escreveram a história da Música Gospel no passado vão ser lembrados e homenageados.

A exposição vai poder ser visitada por todo o público presente na feira e vai ser liberado o uso de máquinas fotográficas e filmadoras; o Fórum Nacional de Música Gospel, discutindo tendências e o futuro do estilo musical com palestrantes de renome no cenário musical, além da grande novidade, o SING FESTIVAL, 3 Festivais simultâneos de Bandas, Cantores e Dança, feitos especialmente para descobrir novos talentos e abrir uma inédita vitrine, unindo as igrejas e ministérios neste grande evento musical; a Exposição Música Para os Olhos, do fotógrafo Décio Figueiredo que faz parte do comitê do Grammy Latino, entre outras novidades que ainda serão divulgadas pela assessoria do evento.”, conclui o jornalista.

Segundo a organização, o objetivo do Salão Internacional Gospel é oferecer ao mercado um evento jamais visto antes, com toda estrutura, transparência, seriedade e preocupação em atender às normas de qualidade total. A intenção é preencher lacunas que sempre existiram dentro do mercado Gospel. Criando um espaço totalmente dedicado à música, onde gravadoras, cantores independentes, indústrias de instrumentos musicais, lojistas, imprensa e, principalmente, o público serão muito bem-vindos. Aproximar os artistas do seu público, os lojistas dos seus consumidores diretos e a imprensa do evento, pois tem na imprensa que tem compromisso com a verdade e com a informação grandes parceiros.

O evento tem uma proposta totalmente inovadora e o que o torna diferente é exatamente o comprometimento com todo o mercado musical cristão, independentemente de tamanho, raça, cor, denominação ou poder aquisitivo. Que todos venham, participem, tenham liberdade para adorar, que os expositores façam bons negócios, que a imprensa faça brilhante cobertura e visitantes saiam satisfeitos com tudo que ouviram, viram e participaram.

Fonte: [icon_link style=”link” color=”red” href=”http://www.supergospel.com.br/noticia_sao-paulo-ira-receber-a-maior-feira-de-musica-gospel-da-america-latina-salao-internacional-gospel_3632.html” target=”_blank”]Super Gospel[/icon_link]

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