Copa do Mundo 2014: oportunidade de evangelismo

julho 13, 2010

País-sede do próximo Campeonato Mundial de Futebol, Brasil poderá ser um campo aberto ao evangelismo em 2014. A proximidade entre a fé evangélica e o futebol, aliás, também tem crescido por aqui. Desde a final da Copa de 1994, realizada nos Estados Unidos, o assunto chama a atenção.

Não deu para a seleção brasileira levantar o título da Copa do Mundo da Fifa, mas o time de Cristo escalado no país do futebol bateu um bolão na África do Sul. Ao todo, foram mais de 250 missionários brasileiros anunciando o Evangelho de Jesus na África do Sul, onde neste domingo se encerra a maior competição do futebol mundial com a partida entre Espanha e Holanda. Apesar de certo desconsolo pela perda do sonhado hexacampeonato – afinal, eles são cidadãos do Reino de Deus, mas também do país do futebol –, os obreiros voltam para casa felizes da vida. “Eu nunca mais serei o mesmo”, diz João Batista, um dos voluntários que aproveitaram o Mundial para ganhar almas para Cristo. Usando a linguagem internacionalmente aceita do futebol, eles participaram de cultos ao ar livre, impactos evangelísticos, visitações a escolas e hospitais e atividades artísticas, educativas e esportivas com temática cristã – inclusive escolinhas de futebol para crianças carentes nos arredores das principais cidades sul-africanas.

“Esse tipo de evangelismo durante eventos como a Copa do Mundo ou os Jogos Olímpicos não focam apenas os turistas, mas também a população local”, destaca Marcos Grava, coordenador de Esportes e Evangelismo da Missão Batista Internacional, uma das entidades que participam da Conexão África, promovida pela Coalizão Brasileira de Ministérios Esportivos. Segundo ele, os evangélicos devem aproveitar as imensas oportunidades abertas para a pregação da fé nessas ocasiões, inclusive para alcançar pessoas oriundas de países fechados ao Evangelho, que de outra forma jamais ouviriam a Palavra de Deus. Nesta Copa, por exemplo, nações de regimes fechados para a fé cristã, como a comunista Coreia do Norte e a muçulmana Argélia, estiveram representadas na África do Sul.

“A maioria das pessoas aqui estão concentradas nos jogos, mas nós, como povo de Deus, usamos diversas estratégias para anunciar as Boas Novas”, concorda a missionária brasileira Vanessa Faustini, da Igreja Batista de Curitiba. Ela chegou à África do Sul em março e fica pelo menos até agosto, a serviço de Jovens com Uma Missão (Jocum). “Como a organização mobiliza equipes do mundo inteiro nesses eventos, a Igreja local também é beneficiada e encorajada”. Vanessa diz que a ênfase é sempre de trabalhar com as igrejas do país que sedia a competição – afinal, é ali que os novos convertidos irão congregar. Além disso, diz ela, os evangelistas brasileiros têm uma vantagem a mais: a grande popularidade mundial do futebol verde-e-amarelo, “Consegui me aproximar mais facilmente de muitos africanos por ser do Brasil”, conta. Para iniciar a conversa, nada melhor do que falar o nome de craques famosos, como Kaká, Robinho ou Ronaldinho, que mesmo não tendo ido à Copa é muito popular, sobretudo entre as crianças.

Fé e polêmica

As palavras da jovem missionária brasileira ganham relevância quando se sabe que o país sediará a próxima Copa do Mundo Fifa, em 2014. Nesta semana, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, esteve em Johanesburg para o lançamento oficial da competição. Ainda faltam quatro anos, tempo suficiente para a Igreja Evangélica brasileira, que tem crescido exponencialmente nos últimos anos, preparar-se para entrar em campo com a bola no pé e a Bíblia na mão.

A proximidade entre a fé evangélica e o futebol no Brasil, aliás, também tem crescido. Desde a final da Copa de 1994, realizada nos Estados Unidos, o assunto chama a atenção. Ali, durante a decisão do título entre as seleções de Brasil e Itália, aconteceu aquele que foi considerado o duelo entre Jesus e Buda. A última cobrança de tiro livre direto foi confiada ao italiano Roberto Baggio que professa o budismo. No gol, o brasileiro Taffarel, crente em Jesus. O italiano chutou para fora, deu o título ao Brasil e os crentes deram glórias a Deus.

De lá para a cá, a quantidade de craques que professam o Evangelho só fez crescer. O mais conhecido deles é o meia Kaká, considerado pela Fifa o melhor jogador do mundo em 2007. Ligado a uma igreja neopentecostal de São Paulo, o atleta é um evangélico convicto, que garante ter chegado virgem ao casamento e contribuir fielmente para sua igreja com os salários milionários que recebe do Clube Real Madrid, da Espanha, onde joga. Além disso, é comissário voluntário da ONU para a infância e faz questão de usar adereços com motivos evangélicos, como uma camiseta com a legenda “I belong to Jesus”.

Ainda não dá para saber se o meia, de 28 anos, estará em campo em Brasil-2014. Contudo, com o expressivo crescimento da Igreja brasileira, que já tem cerca de 35 milhões de fiéis, e a habilidade nacional com a bola, é certo que o país terá muitos crentes em ação na próxima Copa do Mundo – não apenas online meds without prescription dentro, mas principalmente, fora das quatro linhas, proclamando o nome de Jesus no país do futebol. E, melhor ainda, se puder também comemorar o hexa…

Fonte: Cristianismo Hoje

Comentários

 2 Comentários
  1. adriano escreveu em 6 de agosto de 2010 às 9:48 

    Gostaria de saber como minha igreja pode evangelizar na copa em 2014, e se vocês tem como nos estruir?.

  2. Abel Santos escreveu em 15 de dezembro de 2010 às 15:45 

    olá adriano, entre em contato conosco, teremos o prazer em te ajudar.

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